Saturday, May 23, 2009

Mão na massa!

o dia foi ficando cada vez mais perto , e as reuniões passaram a ser todos os dias.

Tardes afio a trabalhar para organizar a exposição, recortando, colando e organizando para o grande dia, que já estava perto.

O grupo foi divido em duas partes:

Mão na massa e fotógrafos,mas como unidos o objectivo seria mais fácil ser atingido, todos trabalharam.

Tardes e uma noite foi preciso para que tudo ficasse perfeito, os alunos de declamação de poesias já estavam bem afinadas, a exposição tudo preparado, sem esqueçer da ajuda singular dos professores da universidade de Coimbra: Arminda, Cidalina e Justina.

28 de Abril - Prosseguir - é Desenvolver


Com o 12 de Maio cada vez mais próximo os preparativos tornam mais intensos. Os ensaios para a declamação de poemas continuam com as poetizas cada vez mais afinadas. A exposição já esta a ser preparada e o lema será « a evolução da enfermagem em Cabo Verde »--- será espectacular


Para que tudo decorra da melhor forma possível estamos contando com a ajuda de vários personagens. Nessa reunião Dona Shisana, esteve presente dando apoio na organização da exposição e frisou também a importância de fazer uma interligação da exposição com os conteúdos utilizando a estética.


A Dona Alice Martins propôs que as fotografias que iriam ser expostas deveriam ser da actualidade para fazer uma diferença com as antigas.



E ainda com esse dia era especial contou-se com a presença da Pró-reitora Cristina, que falou sobre um programa piloto de inovação com o objectivo de intensificar a relação educador/ educando através de uma plataforma da universidade onde os alunos poderiam manter em contacto com os professor mesmo a distancia.


Aproveitou da ocasião para convidar o grupo «É Pa bô» a associar o blog do grupo com a plataforma para que haja maior expansão das informações do grupo.


23 de Abril - É pa bô -sempre em frente


Grupo de educação pelos pares « E PA bó » reuniu-se para continuar a preparar o dia do Enfermeiro - 12 de Maio

A coordenadora Elga Carvalho e os elementos do grupo , sem esqueçer da presença e ajuda da Dona Alice Martins , fez-se a analíse de estratégias para melhor organizar as actividades e a exposicão fotográfica.

No fim dessa reunião a coordenadora Elga motivou os alunos a dar mais ênfase e ter mais força de vontade dizendo:

«vocês são o motor desse grupo , têm de trabalhar para poder seguir em diante »
Dando Notiçias

Wednesday, April 22, 2009

«É pa bô» prepara para o dia Internacional da Enfermagem

Na sessão do dia 21 de Abril de 2009 o grupo « é pa bô» reuniu-se mais uma vez com o intuito de preparar poemas sobre a Enfermagem a serem declamados no dia 12 de Maio.

Friday, April 17, 2009

Grupo de Informática em acção!



O Grupo de Informática da Educação pelos pares, acompanhado pela coordenadora Elga Carvalho, encontra-se com o Pró-Reitor TICs da Uni-CV para uma pequena formação sobre a utilização da ferramenta BLOG.

O Grupo entende que este instrumento pode ser fundamental para dar visibilidade a este projecto.

Integrantes do Grupo de Informática:

Arlindo Barros
Gilmara Correia
Gilton Silva
Nádia Fernandes
Naivalina Silva
Maria José
Lucilina Tavares
Sónia Taveres
Silvia Conceição
Silvino Furtado

Grupo de Informática em acção!

O Grupo de Informática da Educação pelos pares, encontra-se com o Pró-Reitor TICs da Uni-CV para uma pequena formação sobre a utilização da ferramenta BLOG.

O Grupo entende que este instrumento pode ser fundamental para dar visibilidade a este projecto.

Wednesday, April 15, 2009

Aguardando notícias, falemos de Autoformação

Se ainda não tinham dado por isso...
Estão envolvidos num processo de Autoformação, ou seja, numa estratégia de ensino/aprendizagem por compromisso. Por isso pensei partilhar algumas noções sobre autoformação, para compreenderem melhor o contexto em que se envolveram.
A mudança constante obriga-nos a aprender e reaprender de forma permanente ao longo da vida. E os conhecimentos que as pessoas descobrem por si próprias e dos quais se apropiam são os mais eficazes de provocar mudança.
A autoformação emerge como um dos modelos de acção educativa, no contexto das actuais correntes de educação de adultos, que visa desenvolver uma abordagem interior da educação.
A autoformação considera a pessoa como unidade fundamental, como centro do processo educativo e formativo.
É a pessoa que, reconhecendo-se na sua própria identidade, na sua história de formação e podendo atribuir sentido à própria vida e à relação com o meio físico e socio-cultural em que vive, ao mesmo tempo que vai tomando consciência de si próprio, ao longo de um processo de procura activa de saberes, se constroi e produz novas formas de saber, articulando a interação pessoa/meio, ambiente e a tomada de consciência reflexiva.
A autoformação é um componente da formação considerada como um processo tripolar, dirigido por três pólos principais:
  • conhecimento de si (autoformação),
  • conhecimento dos outros (heteroformação),
  • conhecimento das coisas (ecoformação)

ACERCA DO MÉTODO...

O estudante passa a ser o sujeito principal do processo de apropriação de conhecimentos e desenvolvimento de competências.

O trabalho pedagógico é organizado a partir de projectos que mobilizam a reflexão, a tomada de decisão, a conscientização e a praxis pessoal e profissional.

O formador é o mediador e, por isso, disponibiliza-se a “oferecer-lhe as situações e os instrumentos do seu percurso de aprendizagem”.

Este processo formaliza-se num contrato pedagógico.

ACERCA DA FUNÇÃO DO FORMADOR...

Dinamização e orientação dos trabalhos de grupo criando:

  • um ambiente integrado, clarificando finalidades, metas e linhas de organização;
  • um ambiente comunicativo, com múltiplas ocasiões formais e informais para troca de informações, pontos de vista, planos de trabalho e outras acções educativas desenvolvidas com o grupo;
  • dinâmicas de trabalho orientadas para a explicitação e a reflexão sobre os problemas.

Além disso, o formador pode estimular/facilitar:

  • as iniciativas de inovação;
  • a divulgação de trabalhos realizados na escola;
  • os grupos de estudo e de actualização;
  • a auto-avaliação das pessoas envolvidas no projecto.

Redige com o grupo o documento do contrato

O QUE É O CONTRATO PEDAGÓGICO...

Documento escrito, redigido pelo grupo e o tutor(es), que especifica de modo claro a intervenção que se vai realizar, de que forma vai ser organizada essa intervenção, dentro de que período de tempo e quais os critérios de avaliação.

Este acordo pode ser renegociado a qualquer momento por ambas as partes.

SÃO CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO...

Estar aberto a diferentes opiniões e posições, considerando alternativas para superar as suas próprias crenças.

Atitude de disposição que permita que a atenção se concentre nos objectivos a atingir

Prática reflexiva e consciência crítica.

Responsabilidade intelectual.

Capacidade de partilhar e cooperar.

Boa disposição e criatividade

Saturday, April 11, 2009

6ª sessão. 31.01.09. Os compromissos...

"Ensinar exige estética e ética (...) Mulheres e homens, seres histórico-sociais, nos tornamos capazes de comparar, de valorar, de intervir, de escolher, de decidir, de romper, por tudo isso, nos fizemos seres éticos. Só somos porque estamos sendo. Estar sendo é a condição, entre nós, para ser. " (Paulo Freire in Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 15. ed. São Paulo : Paz e Terra, 2000. p 36-37)

Com o tempo o grupo está a criar uma identidade e já tem projectos.

Filme 12: Os nossos projectos

A representação do grupo foi unanimente decidida: Eugénia Vanisa Fernandes Alvarenga

Para facilitar a organização criaram-se subgrupos:

  • Relações públicas. Representação do grupo, angariação de patrocínios e organização de eventos. Responsável: Ana Suzete Baessa Muniz Cortêz

  • Documentação. Recolha e organização do portfólio das actividades do grupo. Responsável: Ivanilda Silvana Sanches da Costa

  • Informática. Publicitação das actividades do grupo e tratamento estatístico de dados. Responsável: Lucilina Filipa Alves Tavares

  • Artístico. Produção das mensagens educativas pelos fenômenos estéticos. Responsável: Gilmara Teresa Mendes Furtado Correia

Filme 13: Responsáveis pelos subgrupos do E Pa bó

As enfermeiras Brigida Carvalho e Edite Silva também se comprometeram a acompanhar o grupo, partilhando os seus saberes como profissionais de saúde experientes.

Filme. Enfermeiras madrinhas, agentes facilitadores da aprendizagem... 06.2

Os estudantes explicam o que pretendem fazer...

Filme 14: O que vamos fazer... e o que precisamos...
E os apoios necessários começam pelo compromisso da Uni-CV. O Prof Dr António Querido reafirmou o interesse e o envolvimento da universidade.

Filme 15. A Uni-CV quer...

E a meio do percurso interessa saber que aprendizagens estão a ocorrer.

Filme 16: . "Que competências estão a desenvolver?", pergunta Elga Carvalho


Filme 17: Descobrir que sabemos...

Considero que a criação de grupos de jovens voluntários para dinamizarem projectos de extensão nas universidades é uma forma de promover Educação para um futuro melhor, mais crítico e mais participativo. As Nações Unidas, face à gravidade e urgência dos problemas da humanidade, instituiu uma Década por uma Educação para o Futuro Sustentável (UNESCO 2005/2014). Por isso torna-se necessário assumir um compromisso para que a educação, tanto formal como informal, proporcione uma percepção correcta dos problemas do Mundo e fomente atitudes e comportamentos favoráveis para construir um mundo melhor. Deste modo, ao incentivar a criação de um grupo de Educação pelos Pares, pretende-se contribuir para formar jovens conscientes do carácter global dos problemas, com capacidade de serem solidários e voluntários e capazes de participar na tomada de decisão consciente e crítica, tanto na esfera individual como colectiva. Por isso a Educação pelos Pares é uma estratégia de duplo empowerment e sustentável (Era o discurso de Irma Brito para o dia 31.03.09)

5ª sessão. 26.03.09. Bety conscientiza para a expressão corporal, a corporeidade

Bety esteve com o grupo e, num espaço de descoberta do corpo e das sensações, promoveu a reflexão sobre esta forma de comunicar. Bety pertence ao grupo Raiz di Polon, Escola de Dança de Santiago (Cabo Verde).

RAIZ DI POLON foi fundado, em 1991, em Cabo Verde. Em 1994, entraram em contacto com a dança contemporânea europeia, através do projecto e espectáculo Dançar Cabo Verde , de Clara Andermatt e Paulo Ribeiro. Alguns dos bailarinos da companhia continuaram a dançar nas peças ‘cabo-verdianas' de Clara Andermatt, e Raiz di Polon começou a organizar workshops e aulas de dança em Cabo Verde , no âmbito do projecto dançar o que é nosso. Raiz di Polon apresentou até agora os seus trabalhos em Portugal, Cabo Verde, Alemanha, Luxemburgo, Madagáscar, Holanda, Roménia, Croácia, Dinamarca, País de Gales, Bélgica, Senegal, Brasil, Cuba, Suiça, Mali, Estados Unidos, Inglaterra, Djibuti, Etiópia, Uganda, Moçambique, Zâmbia, Malaui, Zimbabué, Namíbia, Suazilândia, África do Sul, Maurício, Comoros, Ruanda, Burundi, Eritreia, Quénia e Níger.
Desde 1998 Raiz di Polon desenvolve um trabalho pioneiro de promoção de dança contemporânea, sendo parceiro de Danças na Cidade no projecto Dançar o que é Nosso (cooperação entre África, América Latina e Europa ao nível da dança).

Filme 8: Porque precisamos de conhecer o nosso corpo...

Incluir o corpo, suas expressões e significados nos projetos pedagógicos deste grupo de Educação pelos Pares visa o desenvolvimento da compreensão do corpo na sua realidade histórica, cultural e, portanto, social, percebendo que as formas de conhecer o corpo estão inseridas nas relações e sentidos sociais (produto colectivo da vida humana).

Falamos então de corporeidade porque tudo o que se toca, se cheira, se vê, se faz, se ouve ou se pressente, explorando os sentidos, constituem-se como formas de entrelaçar conhecimentos...

Filme 9: Explorando o movimento...

O espontâneo, a diversão e a alegria ainda estão muito associados apenas à criança, permitindo-lhe brincar e jogar para aprender. À medida em que os estudantes avançam na idade e na escolarização, esta área vai perdendo espaço, pois a seriedade impera (“muito riso é sinal de pouco siso”). Por isso geralmente assume-se uma a concepção “bancária” em que o educador sabe tudo e o educando pouco ou nada sabe.

Filme 10: Podemos fazer tudo...mesmo o que parece difícil...

Na educação problematizadora, educador e educando integram um mesmo processo, estabelecendo-se uma relação dialógico-dialética, na qual ambos aprendem juntos. Aqui prevalece o diálogo, a troca de informações, educador e educando trocam saberes, produzem conhecimento.

Filme 11: És o meu par...

Visando uma educação emancipadora, em que a complexidade do quotidiano está presente, o brincar, o divertimento e o prazer tornam-se imprescindíveis para se entender, em plenitude, o processo de formação da pessoa.
Neste processo, é de fundamental importância a actuação de educadores como a Bety, na medida em que o desenvolvimento de uma proposta pedagógica requer comprometimento profissional crítico aliado à competência técnica, à visão de colectividade, ao respeito mútuo, construindo assim, sólida base para uma acção pedagógica efectiva, a qual pode vir a tornar-se uma intervenção sócio-cultural duradoura. Sobretudo quando se trata de formar "gente que cuida de gente"...

4ª sessão. 24.03.09. Falando de suporte e empatia

Criado o grupo, tornou-se importante angariar padrinhos e madrinhas.

As progenitoras (Irma Brito e Elga Carvalho) foram tratando de os convidar. Já aceitaram apoiar o grupo:

1. Prof Dr António Querido

2. Dr Ângelo Barbosa (Djinho)

3. Dra Inês Isabel Araújo (Iniza)

4. Elisabete Fernandes (Bety)

5. Dr Manuel Faustino

6. Enfª Edite Silva

7. Enfª Brigida Carvalho

8. Enfª Alice Sena Martins (ver artigo sobre História da enfermagem em Cabo Verde)

Filme 6: Entrevista à Enfª Alice Martins

E depois mais uma dinâmica de heteroconhecimento para introduzir a temática da empatia.

Filme 7: "O meu nome é... e gosto que me façam..."

Empatia é uma forma de compreensão definida como a capacidade de perceber e de compreender os sentimentos do outro. Diferentemente da simpatia/antipatia, é um processo no qual o profissional tenta abstrair-se das suas referências, para se centrar na maneira como o outro percebe a sua própria realidade: «O que quer e sente, neste instante, a pessoa que está ali ?»

Vários estudos afirmam que a empatia é fundamental no aconselhamento. Quando se trata de Educação pelos Pares, pode ser determinante da relação pedagógica. A adopção desta atitude pode ser dificil, nomeadamente em situações que despertam sentimentos como desagrado, injustiça ou inquietude. Pela compreensão empática, o Educador ajuda o outro a tomar consciência dos seus próprios sentimentos e comportamentos, a descobrir o que estes significam, como o afectam e a encontrar predisposição para agir de forma diferente (caso assim o queiram...)

Mas como iniciar o processo de relação empática:

Verbalizando o que é percebido no outro, pedindo-lhe para nos dizer o que precisaria mais neste momento, tentando compreender o ponto de vista do outro e ajudando-o a reformular sem tentar transformá-lo.

Os efeitos da empatia na relação de cuidados :

  • Aumento do nível de auto-estima
  • Melhora da qualidade da comunicação
  • Abertura à possibilidade da expressão de emoções profundas

3ª sessão. 19.03.09. Ferramentas úteis na comunicação

Recursos TIC na Uni-CV
..." o futuro pertence aqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos" ... Eleanor Rosevelt

Filme 5: Iniciando o grupo nas TIC

As novas tecnologias oferecem uma infra-estrutra comunicacional que permite a interação em rede de seus integrantes. A Uni-CV tem ao dispor da comunidade escolar (docentes, discentes, colaboradores e parceiros) um conjunto de estruturas que facilitam a comunicação de todos com todos.

Dr Ângelo Barbosa, Pro-Reitor TIC, esteve com o grupo E Pa bó para os iniciar no uso das ferramentas TIC disponíveis na Uni-CV.

Os temas abordados foram:
A Infraestrutura de Rede da Uni-CV
Estruturas e Conteúdos

O site da Uni-CV
O Ensino à Distância
O email dos Alunos
A Video Conferência
A Biblioteca
Bibliotecas On Line
B-On
CAPES

Depois toda a gente pode experimentar fazer uma pesquisa. Por fim deixou três prendas ao grupo: uma pendrive, a sua música e a vontade de aprender mais sobre TIC.


Thursday, April 9, 2009

2ª sessão. 17.03.09. Alteridade

Alteridade (ou outridade) é a concepção que parte do pressuposto de que o homem é o único ser social, ou seja, que para ser pessoa interage e é interdependente. Então a existência do "eu-individual" só é conseguida mediante o contacto com o outro (outras pessoas). Dessa forma nós apenas existimos a partir da visão do outro, o que nos permite também compreender o mundo a partir dum olhar diferente daquele que cada um tem de si mesmo.
Ora esta perspectiva só acontece quando estamos sensibilizados para a experiência do contacto e abertos a essa interacção. Mas para tal é necessário comunicar: por palavras, por gestos, por sinais, por silêncios...
Mais complexo se torna quando estamos em grupo e a mensagem tem de ser da equipa.

Wednesday, March 18, 2009

1º sessão. 12.03.09. Genesis do grupo E Pa bó

O Curso de Educação pelos Pares em contexto escolar começou no dia 12 de Março de 2009, no Campus do Palmarejo, com um jogo pedagógico seguido de uma breve explicação dos princípios psicopedagógicos da Educação pelos Pares.

O jogo visava a conscientização sobre a influência dos pares na conduta dos jovens e os tipos de influência que é possível exercer. Depois dessa divertida reflexão, identificaram-se os aspectos positivos e negativos da influência dos jovens sobre os seus pares, a partir das histórias de vida de cada um.

Foi bem visível que todos tinham sido influenciados de alguma forma e que também influenciaram seus pares ao longo da sua infância e juventude.

Daí a Profª Irma Brito explicitou os princípios psicopedagógicos da Educação pelos Pares, concluindo-se que é possível utilizar a influência positiva que os jovens têm sobre os seus pares para fazerem Educação para a Saúde.

E o projecto começou por aí.

Filme 1: Jogo Pedagógico "Resistindo aos Pares"

Filme 2: Resistir como? São tão boas as bananinhas...

Filme 3: Explicando o que o lider fez para evitar que a equipa coma as bananinhas.


Os jogos pedagógicos poder ser instrumentos didácticos eficientes, pois eles divertem enquanto motivam, facilitam a aprendizagem e aumentam a capacidade de retenção do que foi ensinado, exercitando as funções mentais e intelectuais do estudante. Além disso, também permitem o reconhecimento e cumprimento de regras, identificação dos contextos que elas são utilizadas e invenção de novos contextos para a modificação das mesmas. Jogar é fazer de conta, dispor-se às incertezas e enfrentar desafios. Através do jogo pode explorar-se habilidadedes como autonomia, criatividade, originalidade. Possibilita ainda a simulação e experimentação de situações não comuns, perigosas e/ou proibidas no dia a dia real.

Podem se utilizados para treino de habilidades pessoais e operacionais, conscientização e reforço motivacional, desenvolvimento de insight e percepção, treino de comunicação e cooperação, integração e aplicação prática de conceitos aprendidos e até para avaliação da aprendizagem.

E PA BÓ. Grupu di educason pa par di Uni-CV

Os estudantes do Curso de Licenciatura em Enfermagem da Uni-CV vão constituir-se como grupo de Educação pelos Pares em contexto escolar e/ou comunitário, podendo envolver-se em projectos de intervenção social e de investigação-acção (extensão).

A educação pelos pares (Peer Education) pode ser uma abordagem pedagógica importante para fazer educação para a saúde nos jovens, pois o grupo de pares tem muita influência nos valores e comportamentos dos jovens.

Pode ser uma estratégia mais eficiente para aumentar os factores protectores e reduzir os comportamentos de risco por ser culturalmente adequada e resultar de um processo de empowerment colectivo.

Os programas de educação pelos pares podem ser utilizados em vários contextos, quer sejam na promoção de estilos de vida saudável quer na prevenção de situações e de problemas de saúde específicos.

A Uni-CV está a organizar um grupo de Educação pelos Pares – E PA BÓ, grupu di educason pa pares di Uni-CV. São estudantes da Licenciatura de Enfermagem que pretendem desenvolver, neste ano lectivo, intervenções em contexto escolar, desenhadas em torno da mensagem:

“Age com responsabilidade” (faze ku cabeça). Consistirá em acções de diagnóstico, informação e intervenção com Educadores de Pares, tendo como referencial de intervenção o modelo SMART de Neiger & Thackeray e o de conscientização de Paulo Freire.
Estes estudantes estão a frequentar o Curso de Educação pelos Pares em contexto escolar, em horário extracurricular, num total de 30 horas.

Pretende-se que, no final do programa de formação, os Educadores de Pares sejam capazes de:

  • Compreender a problemática dos consumos, das dependências de álcool e dos danos relacionados com o consumo abusivo de bebidas alcoólicas;
  • Desenvolver um projecto de prevenção de consumo abusivo de bebidas alcoólicas, segundo os princípios pedagógicos da educação por pares.

Estes jovens vão ser capazes de planear, implementar e dinamizar projectos de intervenção em contexto escolar, integrados nas actividades da Uni-CV. Espera-se que cada formando assuma o desenvolvimento, implementação e dinamização de um projecto comum de Educação pelos Pares que terá acções de informação e intervenções de aconselhamento individual (peer to peer).

Considera-se que a própria formação terá um valor social relevante uma vez que dela resultarão actividades concretas de promoção da saúde e do desenvolvimento social em contexto escolar.

Pretende-se no futuro desenvolver investigação-acção neste âmbito e em parceria com a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC, Portugal) e Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, UNIRIO (Rio de Janeiro, Brasil). A investigação deve permitir avaliar a eficiência das intervenções de Educação pelos Pares e desenvolver um referencial metodológico para os países envolvidos.